Saber viver da dúvida é uma proeza
Proeza do poeta que da angústia tira beleza
Angústia.
Sem chão, sem rumo, sem prumo.
O que tenho vivido?
Em vão?
Vai ver é o velho hábito de sofrer
Que inunda o coração dos poetas
Que castiga quem ama sem poder
E eu que não sou Vinicius
sigo nesses versos oportunistas
Aproveitando-me de um indício
Desse imenso sofrer dos artistas
21.6.09
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Um comentário:
Se estamos em momento ruim, que pelo menos possamos fazer poesia disso, certo? hehehe.
Achei bem legal o poema, gostei muito dos versos finais, achei que a coisa fluiu muito bem ali, ficou mto bom.
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